quinta-feira, 3 de março de 2011

Louis Jacques Mandé Daguerre-Beatriz Mancini/n.03/8B

Louis Jacques Mandé Daguerre

Louis-Jacques-Mandé Daguerre (18 de novembro de 1787, Cormeilles-en-Parisi, próximas de Paris, na França — 10 de julho de 1851, Bry-sur-Marbe, França) foi um pintor, cenógrafo, físico e inventor francês, tendo sido o primeiro a conseguir uma imagem fixa pela ação direta da luz (1835 - o daguerreótipo).
No prosseguimento dos experimentos fotográficos de Joseph Nicéphore Niépce, a descoberta decisiva coube a Louis Daguerre, que em 1835 apanhou uma placa revestida de prata sensibilizada com iodeto de prata, que apesar de exposta não apresentava sequer vestígios de imagem, guardou-a displicentemente em um armário e ao abri-lo no dia seguinte, encontrou uma imagem revelada. Fez experiências, por eliminação com os outros produtos que estavam no armário, para descobrir que a imagem latente tinha sido revelada por acção do mercúrio.
Em 1837, ele já havia padronizado o processo que ainda tinha como grandes problemas, longo tempo de exposição (15 a 30 minutos), a imagem era invertida e o contraste era muito baixo. A imagem formada na chapa, depois de revelada, continuava sensível à luz do dia e rapidamente era destruída; Daguerre solucionou este último problema ao descobrir que, mergulhando as chapas reveladas numa solução aquecida de sal de cozinha, este tinha um poder fixador, obtendo assim uma imagem inalterável.
Daguerre tinha problemas financeiros e não conseguiu obter o apoio de industriais por querer manter secreta a parte fundamental do seu processo. Em 1839, vendeu sua invenção, o daguerreótipo, ao governo Francês, tendo ficado a receber uma renda vitalícia de 6000 Francos anuais e Isidore Niépce, filho de Nicéphore, recebia 4000.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Friedrich Voigtländer-Alice Kim/n.01/8B

                        Friedrich Voigtländer



        Peter Wilhelm Friedrich Von Voigtländer, nasceu em 17 de novembro de 1812, em Viena, Austria e morreu na Alemanha, em Braunschweig, no dia 8 de abril de 1878.

imagem de Friedrich.
            A empresa, Voigtländer, foi fundada por Johann Christoph Voigtländer (avô de Friedrich), na Áustria em 1756, inicialmente para fazer instrumentos científicos. Esta empresa foi continuada por seu filho Johann Friedrich, que começou a fabricar lentes em 1808 e em 1837, seu neto Peter Wilhelm Friedrich assumiu-a.
            Junto com Josef Petzval, criou as lentes Petzval, em 1840 e elas foram um sucesso imediato. Voigtländer e Petzval brigados em 1845 sobre as finanças, Voigtländer abriu uma fábrica em 1849. O ramo de Viena foi fechada em 1866, e Voigtländer foi enobrecido pelo imperador da Áustria. Aposentou-se do negócio em 1876 e foi realizada por seu filho, Friedrich Ritter von Voigtländer.


Bibliografia:
http://www.answers.com/topic/peter-wilhelm-friedrich-von-voigtl-nder

Augusto Flávio de Barros- Raissa K. Sakajiri Nº30 8ºB

         No final da Guerra dos Canudos, que ocorreu em Canudos no interior da Bahia, entre o Exército Brasileiro e integrantes de um movimento popular de fundo sócio-religioso liderado por Antônio Conselheiro, somente três pessoas estavam qualificadas a registrar fotograficamente o conflito, eles eram: Juan Gutierrez, Euclides da Cunha e Flávio de Barros. 
         Juan Gutierrez foi o primeiro a chegar em Canudos, junto do general João da Silva Barbosa em 2 de abril de 1897. Sete meses depois, perto do desfecho da Guerra, foi que, finalmente, Euclides da Cunha e Flávio de Barros chegaram na companhia do Ministro da Guerra, Carlos Machado Bittencourt em 26 de setembro de 1897.
        Já existiam equipamentos fotográficos portáteis, mesmo assim Juan Gutierrez e Flávio de Barros preferiam equipamentos mais pesados, capazes de imprimir imagens em negativos, chapas fotográficas e maiores.        
         Só a documentação feita por Augusto Flávio de Barros chegou aos nossos dias poucos, mas pouos elogios mereceu. Ele não era combatente. Aparecia sempre como fotógrafo da expedição, mas não se sabe se foi para Canudos comissionado pelo Exército ou voluntariamente. Tudo indica que na época iniciava-se na técnica fotográfica. Era retratista-pintor. Fazia retratos em crayon, aquarela e porcelana, e como outros companheiros de profissão passou a utilizar, também, a fotografia. Ainda não estava estabelecido comercialmente em Salvador, o que só irá ocorrer em 1901 com o registro da firma Photographia Americana, à rua da Misericórdia, 310.
        Suas três coleções pertencem, atualmente, ao Museu da República, no Rio de Janeiro (72 fotos), ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (68 fotos) e a Casa de Cultura Euclides da Cunha de São José do Rio Pardo (24 fotos).
        Flávio de Barros era pouco conhecido em 1897. Somente a partir do início do século XX foram encontradas referências a respeito de seus serviços profissionais nos periódicos e almanaques publicados na Bahia.

Foto intitulada de Corpo Sanitário e uma jagunça ferida, Flávio queria mostraro falso caráter desolidariedade das tropas para com os inimigos.                                               

                                                                     
Fot intitulada: O Corpo de Antônio Conselheiro


William Henry Fox Talbot - Por Victória Martins 8b n°32

william henry fox talbot 

Wiliiam Henry Fox Talbot nasceu no dia 11 de fevereiro de 1800, e foi um escritor e cientista inglês. Descendente de família nobre, estudou matemática em Cambridge. 
Usava a câmera escura para desenhos em suas viagens e foi um dos pioneiros no âmbito fotográfico. 
Como fotógrafo veio a ser conhecido e suas experiências foram de grande contribuição na área da fotografia. Seus conhecimentos se estendiam da matemática, das línguas orientais, passando pela física e pela química. Por causa de seus problemas como desenhista, interessou-se por outra classe de métodos mecânicos para capturar e reter as imagens, e vinha pesquisando a fixação da imagem da câmera escura há tempos, mas iniciou suas pesquisas fotográficas tentando obter cópias por contato de silhuetas de folhas, plumas, rendas e etc, através do processo chamado de Daguerreótipo, criado por Daguerré.
Em 1834, Talbot desenvolveu o processo negativo-positivo, denominado Calótipo. Quando chegaram na Inglaterra os rumores da invenção de Daguerré, Talbot se precipitou e apresentou seu experimento à Royal Institution, porém Niépce e Daguerré já haviam apresentado suas obras, assim tirando a honraria de Talbot.
Talbot - Floqwers in vase, Calótipo positivo e negativo 1844
Desenho fotogênico de penas e rendas - Fox Talbot 1839


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Joseph Nicéphore Nièpce - por Mariana Dias - nº25/8B

                                                             Joseph Nicéphore Nièpce

Foi um físico francês que contribuiu muito para a invenção da fotografia (1765 – 1833). Era de família nobre e deixou o país na época da revolução francesa, retornando mais tarde, para alistar-se no exército de Napoleão Bonaparte, mas logo o abandonou devido a uma deficiência visual. Iniciou seus experimentos fotográficos em 1793, junto com o seu irmão, Claude, oficial da marinha francesa, durante uma temporada em Cagliari.
Em 1816, reproduziu imagens utilizando papel sensibilizado com sais de prata e exposto várias horas em uma câmara escura. Nesse processo, as imagens obtidas eram em negativo, fracas, sem sombras, e desapareciam rapidamente.
Por quase dez anos realizou pesquisas sem sucesso na busca de imagens permanentes e positivas.
Em 1826 conseguiu reproduzir a primeira imagem permanente, considerada a primeira fotografia, utilizando uma placa de estanho revestida com betume da Judéia, que endurecia quando atingido pela luz. Como revelador, utilizou óleo de lavanda que dissolvia o betume com maior ou menor intensidade, de acordo com a absorção da luz nos vários pontos da chapa. Este processo foi chamado de heliografia - processo com luz solar - e demorava cerca de oito horas para gravar uma imagem, porém, não obtia meios tons.

Somente em 1831, junto com Louis-Jacques-Mandé Daguerre, aperfeiçoou a técnica heliográfica, escurecendo as sombras utilizando vapor de iodo.

                                                               Câmara escura (1830) 


Vista da janela em Les Gras (1826) - primeira fotografia


Bibliografia:

domingo, 27 de fevereiro de 2011

por Mariana Park/ nº24/ 8B - Hércules Florence

280x332- Hércules Florence
 
                       Hércules Florence nasceu no dia 29 de fevereiro de 1804. De origem francesa, ele fora naturalista e desenhista brasileiro. Fora o pioneiro da fotografia no Brasil, e filho de um cirurgião do exército real francês. Herdeu de seu pai, o gosto pelo desenho. Ao completar 16 anos, viajou para Bélgica com o objetivo de trabalhar. Dois anos depois, tornou-se um marinheiro. Hércules ja foi caixeiro em uma loja de roupas, numa tipografia e também, numa livraria. Em 1825 descobriu por meio de um anúncio, que o naturalista russo Georg Heinrich von Langsdorf estava procurando um desenhista para uma expedição que faria pelo interior do Brasil e integrou-se a essa expedição. Para isso, ele atravessou São Paulo, Mato Grosso e Grão-Pará durante 4 anos, depois, retornou para o Rio, em 1829. Em seguida dirigiu-se para Itu (interior de São Paulo) e depois para Vila de São Carlos, atualmente nomeada como Campinas, iniciou suas pesquisas e novas descobertas. Estudou os sons dos animais e também uma nova forma de impressão. Sem conhecer o trabalho do francês Nicéphore Niépce, imprimiu imagens pela ação da luz em 1832, com base no princípio de negativo/positivo, que permite a reprodução das chapas. Florence faleceu no dia 27 de março de 1879, em Campinas. 




600x370- Trabalhadores fazem canoa com o tronco de uma única árvore- H. Florence















bibliografia