quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dorothea Lange - Victória Martins n°32 / 8°B

Dorothea Lange foi uma fotógrafa estadunidense, que nasceu no dia 26 de maio de 1895 e morreu no dia 11 de outubro de 1965. Lange é a autora da fotografia ''Mãe Emigrante'', de 1936, que foi uma das mais reproduzidas da história da fotografia, já que apareceu em mais de dez mil publicações, sendo assim a mais famosa fotografia saída da FSA (Farm Security Administration), que foi uma parte do New Deal (uma série de programas econômicos para a recuperação de alívio, destinado aos pobres e desempregados, devido a grande depressão), e um ''esforço'' criado como a Administração de Reassentamento, para combater a pobreza rural americana na época. A serviço da FSA, ela percorreu vinte e dois estados dos Estados Unidos, recolhendo imagens que mostram o impacto da Grande Depressão (crise do mercado americano, marcando pobreza, desemprego e baixos lucros dos EUA, com causa incerta) na vida dos camponeses americanos.




Fotografia ''Mãe Emigrante'', tirada por Dorothea Lange.




Referências Bibliográficas:
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Boldwill Hungwe - Raissa nº30 8ºB

Boldwill Hungwe, 33, nasceu em Zimbabwe. É um premiado fotojornalista, que atualmente vive em Harare, com sua mulher e sua filha de nove meses e, também, trabalha em duas publicações em sua terra natal: a primeira pertence aos líderes locais, The Independent Zimbábue, e a outra é a publicação de sua irmã The Standard.Trabalhou 6 anos com fotojornalismo, fez cursos de jornalismo e media na África do Sul e na Alemanha. 
No começo de sua carreira recebia a orientação e aconselhamento de seu irmão, Brian Hungwe, que ganhou o prêmio CNN Jornalistico Africano do Ano (2000).
Hungwe tem uma profissão perigosa como jornalista de um país como Zimbabwe que apresenta grandes violações dos direitos humanos, muitas questões de terras não resolvidas e divisão política racial e tribal, com uma econômica desastrosa e a escassez de alimentos que dificulta a vida cotidiana. Mesmo com todos esses problemas ele se esforça para realizar seu trabalho de divulgar essa terrível situação que seu país vive, pois ele se considera uma ferrramenta que a sociedade pode usar para realizar mudanças para a melhoria da nação. Já que esse trabalho envolve muitos perigos, durante sua carreira já foi preso, espancado e teve que se esconder de sua família.
Em 2002, ganhou o Diploma de Jornalismo e Comunicação, e após esse ganho começou sua carreira como autónomo em jornais e publicações locais para o setor das ONGs.
Hungwe é membro do Instituto da Media da África do Sul, a União dos Jornalistas do Zimbabwe e a Associação de Direitos Humanos de Zimbabwe.
Até agora, ele ganhou 4 prêmios principais:
  • Prêmio Coesão Social (2007) 
  • 2 º prêmio no local notícias categoria singles, a World Press Photo Award 2008
  • Zimbabué da fotojornalista do ano (2007)
  • Gwanza Arts Press Awards 2007 



 Foto de Boldwill Hungwe















Bibliografia:

terça-feira, 17 de maio de 2011

Carol Guzy-porBeatriz Mancini n03 8B

 Carol Guzy nasceu em 7 de marco de 1956 Bechlehem, Pensilvania.Carol Guzy era de uma familia de classe operaria.Seu pai morreu quando ela era jovem,deixando sua educacao exclusivamente sobre os ombros de sua mae,que trabalhava para manter as despesas da casa.
 Carol passava muito tempo desenhando,sua mae ,que tinha dificuldades financeiras para cria-la,queria sua filha em uma carreira que era menos competitiva e que proporcionasse uma renda constante.
 Guzy graduou-se com o grau de associado em enfermagem em 1978 em Northampton Community College e planejando para trabalhar como enfermeira ate que um amigo lhe deu uma camera.Em 1980,ela ganhou um grau associado em ciencia aplicada na fotografia do intituto de Artes da Fort Lauderdale,na Florida.
 Ela se casou com o fotografo internacional Jonathan,em1988.Em 1990,Guzy foi a primera mulher a rece ber o jornalFotografo do Ano,apresentado pela National Press Photographers Associacion.
 Em 1998 ela se divorciou.Ela foi detida pela policia e presa em 15 de abril de 2000 como parte das detencoes do FMI ao Banco Mundial.No mesmo ano,ela foi premiada como profissional Northampton Community College Alumini Association Achievement Award.Em agosto 2007 fotos Guzy de animais deixados para tras na costa do golfo,onde passou meses no recaldo do furacao Katrina.
guzy-carol.jpg
Carol Guzy
Fotes:http://www.answers.com/topic/carol-guzy
http://en.wikipedia.org/wiki/Carol_Guzy

sábado, 14 de maio de 2011

Por Mariana Park/ nº24/ 8B - Oded Balilty

            Oded balilty, fotógrafo, nasceu em 1979, em Jerusalém, Israel. Desde criança, sonhava em ser um fotojornalista. Em 1998, Oded participou de um serviço militar na Força de Defesa Israelense, e durante este serviço, aprendeu o básico da fotografia e atuou-se como fotógrafo na Força de Defesa Israelense Bamahane revista. Terminando em 2001, Oded arranjou trabalho na agência de fotografia israelense ZOOM 77 e foi contratado como fotógrafo para o jornal diário israelita Yediot Aharonot. Um ano depois, em 2002, a Imprensa Associada Balilty pediu para se juntar ao pessoal de fotos de Jerusalém. Era o auge da Intifada palestina.
Oded Balilty
            Balilty sempre pode ser encontrado no calor da controvérsia que abrange alguns dos principais conflitos no Oriente Médio. Também viaja ao redor do mundo, cobrindo elementos similares. Alguns dos exemplos, foi quando abrangiu o vigésimo aniversário do acidente nuclear de Chernobyl, e também, quando cobriu a guerra no Líbano em 2006. Não havia quase um conflito que Balilty nao estivesse lá para cobri-lo.

AMONA, Cisjordânia/ fevereiro de 2006/ Oded Balilty
                                                                                                                                                                               
                                                                                        
                          







Esta foto ganhou muitos prêmios, e mostra a luta entre uma mulher judia contra agentes de segurança de Israel para evacuar um assentamento perto de Ramallah, após a suprema corte de Issarel determinar a demolição de 9 casas naquele local.



Terremoto na China/ Oded Balilty


















quinta-feira, 12 de maio de 2011

GERVÁSIO BAPTISTA - por Mariana Dias - nº25 - 8B

Nasceu em Salvador e é considerado decano (o membro mais velho de uma corporação) do fotojornalismo brasileiro. Quando criança brincava de fotografar com uma caixinha de fósforos e com apenas 11 anos começou a trabalhar num estúdio de um amigo de seu pai. Um dia, seu patrão precisou sair e o Senador Rui Santos apareceu para tirar uma foto 3x4. Gervásio Baptista o convenceu de que podia fotografá-lo, mesmo precisado subir num banquinho para alcançar a câmera. Ficando satisfeito com o resultado, o senador o convidou para trabalhar como ajudante de fotógrafo no jornal “Estado da Bahia”.
Aos 14 anos foi trabalhar na revista “O Cruzeiro” e mais tarde, na “Manchete”, onde permaneceu até a última edição, no ano 2000.
Registrou vários episódios importantes da história nacional e internacional, tais como:
. Copas do Mundo;
. Guerras e revoluções;
. Concursos de Misses;
. A Construção de Brasília;
. Presidentes brasileiros, etc.
Teve oportunidade de conhecer o francês Henri Cartier-Bresson, fotógrafo de revistas famosas internacionais, como “Life” e “Vogue”, considerado o “papa” do fotojornalismo. Gervásio Baptista não era contra o avanço da tecnologia fotográfica, mas fazia críticas ao eventual mau uso do processo digital:
“- Ele facilita a vida dos falsificadores. A foto da capa da Manchete que eu fiz na inauguração de Brasília, com JK acenando para a população, foi adulterada e assim vem sendo publicada lá fora. Este é o lado negativo da tecnologia, que, aliás, não adianta se não tem por trás da câmera alguém com muito feeling.”
Fotos:
A seguir, algumas de suas fotos mais famosas:
JK - Inauguração de Brasília - 1960


Alda Maria Coutinho de Morais, Miss Guanabara 1961. Revista Manchete, 24/06/1961



Tancredo Neves no Hospital de Base em Brasília – 1985



Gervásio Baptista – Guerra do Vietnã 1968
Fontes: